Prevenir a Malária no Local de Trabalho
02/12/2009
Um estudo científico realizado em Marracuene, um distrito situado na província de Maputo, em 2003 pela da University of North Carolina, dos Estados Unidos da América, considerou que com base no salário mínimo, que era até então de 1.400 meticais, as empresas perdiam cerca de 350 meticais por cada dia que o trabalhador faltasse devido a malária. Em média os trabalhadores afectados pela malária costumam ficar pelo menos uma semana em casa a convalescer da doença, o que dá para ideia ainda que ténue dos prejuízos, que unidades fabris que empregam grandes contigentes de mão-de-obra sofrem ou possam sofrer por causa da doença que pode ser prevenida.
Importa ainda referir que na área agrícola, os maiores episódios de malária coincidem com a época do plantio (época chuvosa). Este facto contribui para a redução da produtividade agrícola e consequentemente perdas para as agro-indústrias.